O Rolé Carioca por quem foi à ilha de Paquetá
Por Rolé Carioca,
A ilha de Paquetá costuma receber estrangeiros em visita ao Rio de Janeiro, especialmente franceses que veem ali um pedaço do que foi um dia a França Antártica no Brasil. Com o #RoléCarioca, foi um pouco diferente. No meio do nosso grupo, tivemos a presença do sírio Anas Abdulrjab, 30 anos.
Anas faz parte do movimento migratório que foi acolhido no Brasil em meio à guerra na Síria e à rejeição de países europeus. Engenheiro de formação que tem como hobby cozinhar, reside há 5 meses na capital carioca e pretende estabelecer aqui uma rotisserie de comida síria, ainda pouco apreciada na cidade. Enquanto isso, está aprendendo português com um grupo da Cáritas RJ e conhecendo mais sobre o lugar que escolheu viver.
- Como ficou sabendo do RoléCarioca?
Por amigos! Eles me trouxeram aqui hoje.
- Já tinha feito algum passeio relacionado à história aqui no Rio?
Ainda não. Conheci muitas trilhas, a do Corcovado, Pedra Bonita e Claudio Coutinho. Nada relacionado à história da cidade.
- O que mais te chamou a atenção em Paquetá?
Certamente foi a quietude. Ver casas sem cercas, um clima muito tranquilo.
- O que poderia acrescentar ao passeio?
Os professores poderiam dar indicações do que fazer depois.