Museu

Centro Nacional de Folclore e Culturas Populares

Este simpático museu dedicado ao folclore brasileiro ocupa um dos prédios do conjunto arquitetônico do Palácio do Catete. Sua fachada é discreta, mas a dica é não deixar que ele passe despercebido: o espaço exibe uma mostra permanente que documenta a diversidade da cultura popular brasileira. É bacana levar os pequenos para verem as obras relacionadas a mitos e lendas como Saci Pererê e Lobisomem. Outras peças do acervo dialogam com a literatura de cordel e traçam um rico panorama da variedade de tradições que permeiam a identidade brasileira. Fica aberto de terça-feira a domingo e a entrada é gratuita.

Tags: MEMÓRIA CULTURA FAMÍLIA

Espaço Cultural da Marinha

Instalado nas antigas docas da Alfândega, construídas sobre área aterrada na segunda metade do século XIX, o espaço integra o Complexo Cultural da Marinha, formado por um circuito que se propõe a revisitar a história da navegação no Brasil e do qual fazem parte o Museu Naval e a Ilha Fiscal. Estão abertos para visitação a Galeota D. João VI, construída em 1808, o Submarino Riachuelo e a Nau dos Descobrimentos, atracados ao cais. Em seu pátio, pode-se conhecer também o Helicóptero Museu

Tags: MILITAR

Forte de Copacabana

"Um dos grandes atrativos do Forte de Copacabana é a sua vista do bairro. É o melhor mirante para apreciar a curva inteira da praia, tendo o Pão de Açúcar ao fundo. O seu ponto extremo, onde estão colocados os canhões, dá visão 180º para Copacabana, Leme, a Praia do Diabo e o Arpoador. Dois restaurantes funcionam na mureta: a filial da Confeitaria Colombo costuma ser a mais concorrida. Outra opção é o Café 18, onde a dica é também tomar um café ou fazer um lanche. É curioso imaginar que o forte foi construído no lugar onde existia a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana - que deu nome ao bairro. Atualmente o local abriga também o Museu Histórico do Exército. Se tiver mais tempo, aproveite para fazer o tour completo pelo forte. Uma sala expositiva explica a função do forte no sistema de proteção da Baía de Guanabara nos tempos coloniais. O museu também apresenta a participação do Exército na história do Brasil. Você pode aproveitar para visitar a ponta do forte, onde está a Cúpula dos Canhões e a vista mais completa. "

Tags: Militar Turismo / Viagem

Instituto Antônio Carlos Jobim

O acervo completo do compositor e maestro Antônio Carlos Jobim (1927-1994) se encontra dentro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O local foi escolhido para abrigar a memória do músico pelo amor que Tom Jobim sempre demonstrou pelo que chamava de "meu querido Jardim Botânico". Além do acervo original e digitalizado, o espaço mantém uma exposição permanente com fotos, partituras originais, objetos pessoais e vídeos de apresentações do compositor. O Instituto desenvolve projetos de catalogação, conservação e disponibilização de acervos digitais de outros artistas, como Lucio Costa, Dorival Caymmi, Chico Buarque e Gilberto Gil.

Tags: CULTURA LAZER

Instituto dos Pretos Novos / Museu Memorial dos Pretos Novos

O Instituto dos Pretos Novos foi o primeiro sítio arqueológico descoberto na região, em 1996, quando moradores reformavam a casa. O local foi identificado como o Cemitério dos Pretos Novos, onde eram enterrados os africanos trazidos forçadamente ao Brasil. Os maus-tratos na viagem já eram tantos que muitas vezes não era possível resistir e muitas pessoas morriam logo depois de desembarcar no porto do Rio. O museu se dedica à memória dos enterrados e também ao resgate e preservação da cultura afro-brasileira. Estima-se que tenham sido enterrados de 20 a 30 mil pessoas, embora nos registros oficiais esses números sejam menores. Além de fragmentos de ossos humanos, havia também pertences dos pretos novos (negros trazidos ao Brasil para serem escravizados, mas que morriam antes mesmo de serem vendidos, devido às condições desumanas). A análise do sítio constatou que a maior parte dos ossos pertence a crianças e adolescentes. O memorial e o Cais do Valongo fazem parte da "Pequena África", área entre a Gamboa, a Saúde e a Praça Onze, habitada pela comunidade negra ainda no século XIX, quando leis proibiram o tráfico de pessoas e a escravidão. Não deixe de conhecer também o Cais, a 10 minutos de caminhada. Aprender sobre esses processos desumanos que fizeram parte da formação da cidade é importante para entender as questões raciais que até hoje se desenrolam na sociedade.

Tags: MEMÓRIA AFRO RACISMO

Jardim Botânico e Museu do Meio Ambiente

Cartão-postal do Rio, o mais antigo Jardim Botânico do Brasil é também uma aula de ciência ao ar livre. Sem dúvida, o grande atrativo do Jardim é a possibilidade de caminhar por uma paisagem tão diversa e exuberante: são mais de 9 mil exemplares botânicos pertencentes a cerca de 1.500 espécies. Esse percurso pode ser feito sem um roteiro pré-definido, seguindo pelas aleias e corredores que dão a volta em toda área. Ou você pode percorrer as trilhas sugeridas pela administração do parque, cada uma com seu tema: a histórica, a das artes e a das árvores nobres. Em qualquer passeio, não deixe de visitar as famosas palmeiras imperiais que são símbolo do jardim. Pare um momento entre as duas fileiras formadas por elas. Esse cenário grandioso é um dos pontos mais fotogênicos da cidade. O prédio mais próximo das palmeiras é o Museu do Meio Ambiente. Confira a programação de exposições do espaço dedicado à temáticas socioambientais. Outras atrações imperdíveis são o lago das vitórias-régias e as estufas dedicadas às coleções de bromélias e orquídeas. Lembre-se de que o jardim muda de cor conforme a estação e certas espécies só florescem na primavera. O parque guarda ainda alguns patrimônios históricos do Rio. Entre eles diversas estátuas do Mestre Valentim, um dos principais artistas do Brasil Colonial. Perceba o Chafariz das Musas, exemplo de fonte em ferro fundido, e o portal da antiga Academia Brasileira de Belas Artes, obra de Grandjean de Montigny. A história do Jardim Botânico começou em 1808, quando o príncipe regente João de Portugal instituiu o Real Horto com a finalidade de fomentar o estudo de plantas para fins comerciais. Com o tempo, seu papel foi ampliado para servir também como espaço de lazer e aberto à visitação pública. Uma visita ao Jardim Botânico merece calma, metade de um dia é o indicado para curtir realmente o parque!

Tags: AR LIVRE TURISMO DIVERSÃO FAMÍLIA EDUCAÇÃO

MAM - MUSEU DE ARTE MODERNA

O prédio do Museu de Arte Moderna do Rio é uma verdadeira obra de arte. Tem ainda o bônus da localização privilegiada: está ao lado da Marina da Glória e dá vista para Aterro do Flamengo e o Pão de Açúcar. A fantástica arquitetura projetada por Affonso Reidy está integrada aos jardins concebidos por Burle Marx, paisagista brasileiro internacionalmente reconhecido. Repare como as estruturas vazadas do projeto se equilibram com o parque e a paisagem ao redor. O MAM merece ser apreciado por todos seus ângulos, sem deixar de visitar o interior do Museu, que já recebeu mais de mil exposições, algumas delas de importância definitiva no panorama artístico brasileiro. Criado em 1948, o museu ocupou as dependências do Banco Boa Vista na Candelária, passando em 1952 a ocupar o térreo do Palácio Gustavo Capanema até a inauguração parcial do edifício atual, em 1958. A instituição se solidificou como centro da vanguarda artística brasileira nos anos 1960 e 1970. Parte do acervo e da instalação foram destruídos por um trágico incêndio em 1978. Na década de 1990, o acervo foi reorganizado com a transferência de parte da coleção de obras de Gilberto Chateaubriand, conhecida por ser uma das mais representativas da arte recente brasileira. O Museu de Arte Moderna do Rio possui cerca de 12 mil obras e tem sempre uma programação que vale a visita. Abriga ainda a mais conceituada cinemateca do Rio e seu amplo vão livre recebe com frequência eventos culturais, feiras de arte e festas alternativas. SITE OFICIAL: https://www.mam.rio

Tags: CULTURA DESIGN ARTE DIVERSÃO

MAR - Museu de Arte do Rio

O Museu de Arte do Rio, chamado de MAR, foi a primeira grande atração inaugurada do projeto de revitalização da Zona Portuária. Compreende dois prédios que já existiam no local, mas andavam escondidos pelo viaduto da Perimetral, demolido entre 2013 e 2014. Repare na graciosa cobertura ondulada que une os dois prédios do museu - um palacete de 1919 e um terminal rodoviário de 1950 - e que rendeu ao MAR. prêmios de arquitetura mundo afora. O terraço do museu ainda oferece a melhor vista da Praça Mauá, com o Museu do Amanhã em primeiro plano e a ponte Rio-Niterói ao fundo. Dá para subir pelo elevador, sem precisar pagar o ingresso, mas nossa dica é aproveitar o museu todo! Se quiser combinar o passeio com o Museu do Amanhã, logo em frente, vale a pena comprar o Bilhete Único dos Museus, que dá direito a visitar os dois espaços. A programação do MAR é caprichada e inclui algumas das mais interessantes exposições da cidade e concorridos eventos de música no happy hour de algumas sextas-feiras. Não deixe de consultar o que está em cartaz: entre as mostras temporárias, já passaram pelo museu obras de Tarsila do Amaral, um conjunto de arte setecentista/barroco, uma exposição sobre samba e muitos registros fotográficos do Rio. Para os pequenos, o espaço tem atividades como contação de histórias e oficinas de arte. SITE OFICIAL: http://museudeartedorio.org.br/

Tags: ARTE CULTURA DIVERSÃO ARQUITETURA

Museu Castro Maya / Chácara do Céu

A casa e o vasto jardim são motivos a mais para visitar o museu conhecido como Chácara do Céu. Caminhe até a parte alta do terreno para ter uma bela visão do centro da cidade e da Baía de Guanabara. Como em outras construções de Santa Teresa, é possível perceber por que essa localização é privilegiada. Está bem ao lado da área central e, ao mesmo tempo, permanece isolada da agitação da cidade. Daqui é possível avistar a Catedral Metropolitana, os grandes arranha-céus da Avenida Chile até a ponte Rio-Niterói. A antiga residência de Raymundo Ottoni de Castro Maya também é um magnífico exemplar de casa modernista. Repare na modernidade das soluções arquitetônicas e nos ângulos retos do desenho cubista. A mansão de três pavimentos projetada nos anos 1950 hoje abriga a coleção de arte do bem-sucedido empresário Castro Maya. Vale a pena conhecer o acervo com pinturas, desenhos e gravuras de artistas europeus, como Modigliani, Degas e Miró, e os brasileiros Guignard, Di Cavalcanti, Iberê Camargo e Portinari. Outra expressiva coleção é formada por mapas, aquarelas e gravuras feitos por viajantes que retrataram o Brasil entre os séculos XVII e XIX, entre eles o francês Jean-Baptiste Debret. Se você entrar na casa, observe que a sala de jantar e a biblioteca estão mobiliadas como na época em que o local servia de residência. O museu e seu vizinho Parque das Ruínas podem ser visitados de uma só vez. Uma ponte integra o terreno da chácara ao edifício do parque, bem ao lado.

Tags: Cultura Arquitetura Ar Livre

Museu da Favela / Elevador de Ipanema / Mirante da Paz

O elevador panorâmico dá acesso a um belo mirante e é uma forma de visitar uma das favelas do Rio e um interessante conjunto de arte urbana. Interliga a estação do metrô da Praça General Osório às partes altas dos morros, onde ficam as comunidades do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho. Em seu topo, foi instalado o Mirante de Paz - nome escolhido pelos próprios moradores da comunidade. Tem uma vista 360º sensacional: de um lado, se vê a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Cristo Redentor e as casinhas da favela. Do outro, o cenário da orla e dos prédios de Ipanema com as Ilhas Cagarras bem em frente. Para chegar ao mirante, pegue o elevador na saída do metrô que fica na Rua Barão da Torre e depois suba três lances de escada - atenção porque o local não está totalmente adaptado para cadeirantes. Do mirante, você pode complementar a visita com um tour guiado pela galeria de arte a céu aberto do Museu de Favela, que deve ser agendado previamente. Esse conjunto de obras é composto por 27 "Casas-Tela" - pinturas em muros de ruas e casas feitas em grafite por artistas de dentro e de fora das comunidades. É um retrato das memórias e da cultura local. Conta a história da fila da bica de água que virou ponto de encontro de sambistas e também da migração nordestina que povoou muitas das favelas cariocas.

Tags: Cultura Memória Arte Mobilidade

Museu da República / Palácio do Catete

Foi neste Palácio, hoje um museu, que viveram e despacharam 18 presidentes do Brasil. O Palácio do Catete foi a sede do poder republicano por quase 64 anos quando o Rio de Janeiro era capital federal. O edifício tornou-se Museu da República após a inauguração de Brasília, em 1960. Vale a pena conferir o acervo com informações da história política do país e a luxuosa ambientação do interior do palácio. Uma das salas mais visitadas do museu é o quarto onde seu mais famoso morador, o presidente Getúlio Vargas, se suicidou. O cômodo foi mantido como era na época, em 1954. A construção deste que é o mais conhecido edifício do bairro do Catete, no entanto, é anterior à República e foi erguido entre 1858 e 1867, para ser a moradia do Barão de Nova Friburgo, numa época em que região era um oásis para os barões do café. O edifício também é conhecido como Palácio das Águias. Repare nas grandiosas estátuas colocadas no alto da fachada, instaladas em 1910. Detalhe que a ave de rapina representada não é exatamente uma águia. É uma espécie tipicamente brasileira: a harpia, ou gavião-real, que habita a região amazônica do continente sul-americano. Outro grande atrativo do museu são seus magníficos jardins. Dê uma volta pelas aleias da área externa para admirar o paisagismo. Repare nos lagos, nas pontes e nas grutas e nas muitas esculturas colocadas ao longo do passeio. São elementos que dão um tom romântico e fantasioso ao jardim em estilo inglês. Confira a programação prevista para o seu dia de visita. Os jardins são ocupados, com frequência, por eventos, feiras, peças de teatros e pequenos concertos. Ainda há um parque com brinquedos infantis, ideal para passar um tempo com as crianças.

Tags: Cultura Memória

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Esse foi o ponto de partida de nosso último Rolé de 2023, um Rolé pelo Centro da Arte no Rio, onde conhecemos as histórias de lugares que tem como missão guardar e nos apresentar diferentes tipos de arte, e fazendo com que o centro da cidade tenha essa vocação cultural pulsante, com acontecimentos memoráveis.

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Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Esse foi o ponto de partida de nosso último Rolé de 2023, um Rolé pelo Centro da Arte no Rio, onde conhecemos as histórias de lugares que tem como missão guardar e nos apresentar diferentes tipos de arte, e fazendo com que o centro da cidade tenha essa vocação cultural pulsante, com acontecimentos memoráveis.

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Museu de Astronomia Ciência e Afins - MAST

Foi pioneiro ao aglutinar a história da ciência, a preservação de bens do patrimônio da ciência e tecnologia e a divulgação da ciência. O museu oferece eventos científicos e técnicos, cursos e oficinas para professores de ciências e atividades para especialistas na conservação e restauro de documentos em papel e objetos metálicos.

Tags: EDUCAÇÃO CIÊNCIA

Museu de Ciências da Terra / Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais

"Não é exagero dizer que o Museu de Ciência da Terra guarda a memória geológica do Brasil. Tem em seu acervo um vasto material de minerais, rochas, minérios, meteoritos e fósseis, catalogados e classificados a partir de diversas expedições científicas. Considere a visita como uma rara oportunidade de apreciar as belas formas naturais de cristais, coleções de rochas raras e informações científicas sobre diversos materiais geológicos. Conhecido como Palácio da Geologia, o imponente edifício da Avenida Pasteur também tem valor histórico: é remanescente da Exposição Nacional de 1908. No ano do Centenário de Abertura dos Portos às Nações Amigas, um grande evento comemorativo tomou conta da Praia Vermelha com a finalidade de exibir ao mundo um Rio modernizado. Diversos pavilhões temporários foram erguidos e depois demolidos com o fim da exposição. Um deles era este, o Palácio dos Estados. Foi mantido por ser uma construção já existente, projetada para ser uma universidade, em 1881, mas cujas obras foram interrompidas por falta de recursos. Um ano depois da Exposição Nacional, o Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil instalou-se nesse endereço com o seu museu, junto a outros órgãos do Ministério da Agricultura. "

Tags: Educação Família Passado Diversão

Museu do Amanhã

Não é exagero dizer que esse é o ponto mais fotografado do novo Porto do Rio. O Museu do Amanhã chama a atenção primeiro por sua monumentalidade e depois por sua forma: parece uma nave ou um inseto? Controvérsias à parte, o museu é uma mega instalação sobre a trajetória do planeta, e para conhecer tudo é preciso tempo para visitá-lo. Prepare-se para interagir com bastante conteúdo. As informações são expostas como um super game em 3D: crianças e jovens costumam se entusiasmar com os testes de conhecimento e as experiências de navegação pelos dados. Para evitar pegar filas, a dica é comprar os ingressos, com hora marcada, pela internet. Às terças-feiras, a entrada é gratuita para todos. Uma dica é conhecer o Museu de Arte do Rio, que fica logo em frente, no mesmo passeio: compre o Bilhete Único dos Museus, que dá direito a visitar os dois espaços. Dê uma volta no jardim lateral do museu para conhecer melhor a obra arquitetônica do valenciano Santiago Calatrava. No extremo oposto à bilheteria, você encontra a escultura de Frank Stella no espelho d'água, outro ponto muito fotogênico do museu.

Tags: Arquitetura Design Futuro Família

Museu do Índio

O centro de criação e memória das sociedades ameríndias foi construído para substituir a antiga sede no Maracanã. Hoje, além de exposições permanentes, tornou-se um espaço de pesquisa e de difusão da cultura indígena. Endereço: Rua das Palmeiras, 55 - Botafogo Funcionamento: 3a a 6a de 9h às 17h30 / Sábado, Domingo e Feriados de 13h às 17h Site: www.museudoindio.gov.br

Tags: CULTURA MEMÓRIA DIVERSÃO

Museu do Pontal

Entre os diversos bens que compõem a paisagem urbana estão os equipamentos culturais, como, por exemplo, teatros, cinemas, bibliotecas e museus. Um museu é uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade, que pesquisa, coleciona, conserva, interpreta e expõe o patrimônio material e imaterial. O Museu do Pontal, idealizado e fundado pelo artista francês Jacques Van de Beuque, é considerado o maior e mais significativo museu de arte popular do Brasil, com cerca de 9.000 obras plásticas produzidas a partir do século XX por artistas nacionais de várias regiões que representam atividades cotidianas, festivas, imaginárias e religiosas de suas comunidades, expressando culturas rurais e urbanas do país, com técnicas, formas, cores e temas plurais. Logo, seu acervo nos conta sobre a nossa riqueza cultural, por isso conhecê-lo é uma oportunidade de aprendizado sobre a nossa história. Nesse Rolé, através das exposições do museu, conheceremos mais a respeito de variados personagens que fazem parte da história carioca e do Brasil, assim como do território no qual o Museu do Pontal está sediado.

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Museu do Samba

O samba é Patrimônio Cultural brasileiro reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde 20 de novembro de 2007. A solicitação para esse registro foi realizada pelo Museu do Samba, antigo Centro Cultural Cartola, responsável por salvaguardar a memória das matrizes do samba do Rio de Janeiro. Fundada em 2001 pelos netos de Cartola e Dona Zica, a instituição está situada no bairro da Mangueira.  Através de exposições, atividades culturais, oficinas, cursos e outras ações educativas, além dos mais de 45 mil itens em seu acervo, o Museu do Samba pesquisa, conserva, interpreta e expõe um conjunto de patrimônios que apresenta a origem do samba do Rio de Janeiro na cultura afro-brasileira, entre o conjunto de ritmos e danças da tradição dos povos bantos.

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Museu do Trem

Um dos antigos galpões que serviam à malha ferroviária abriga mais de mil itens sobre a história das ferrovias brasileiras. Ali estão relíquias como a Baroneza, a primeira locomotiva a circular no país, e o vagão oficial da presidência na década de 1930, usado pelo então presidente Getúlio Vargas. Após a extinção da Rede Ferroviária Federal, sua propriedade foi transferida para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Tags: MEMÓRIA

Museu do Trem

Um dos antigos galpões que serviam à malha ferroviária abriga mais de mil itens sobre a história das ferrovias brasileiras. Ali estão relíquias como a Baroneza, a primeira locomotiva a circular no país, e o vagão oficial da presidência na década de 1930, usado pelo então presidente Getúlio Vargas. Após a extinção da Rede Ferroviária Federal, sua propriedade foi transferida para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Tags: MEMÓRIA

Museu Histórico Nacional

O Rolé abriu a agenda de 2023 com essa ação, fruto da parceria com a Petrobras e o MHN, por meio da Chamada Petrobras Cultural Múltiplas Expressões 2022, que selecionou 15 projetos dentre os mais de 400 inscritos. Fizemos uma visita guiada por professores que nos mostraram o acervo sob uma perspectiva decolonial, direcionando nosso olhar para as histórias que os livros didáticos e representações artísticas muitas vezes não contam, mas que foram fundamentais pra construção da nossa cidade e do nosso país. Conhecemos também Îandé, a nova exposição do Museu, cujo tema principal é a história e a cultura dos povos originários do Brasil e tem tudo a ver com nosso Rolé!

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Museu Histórico Nacional

Inauguramos nossa agenda de 2023 colocando mais de 500 pessoas pra conhecer o acervo centenário do Museu Histórico Nacional com uma perspectiva decolonial! Foi um momento muito especial e de muito aprendizado coroado com biscoito globo e matte da praia.

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Museu Histórico Nacional

A Orla Conde é um convite para redescobrir espaços históricos do Rio que ficavam meio apagados pelo antigo Viaduto da Perimetral. O Museu Histórico Nacional é um deles. Embora no coração do centro do Rio, seu prédio é relativamente reservado e por muito tempo esteve sob as sombras do viaduto, demolido recentemente. A área ocupada pelo museu era originalmente uma fortaleza, e por sua localização estratégica para defesa da Baía de Guanabara e da própria cidade, também foi uma área militar até 1908, quando o Arsenal de Guerra foi transferido para a Ponta do Caju. Na década de 1920, em razão das obras de comemoração do centenário da independência, áreas conexas ao forte foram incorporadas e em 1922 abertas ao público, abrigando o "Palácio das Grandes Indústrias", um dos mais visitados pavilhões da Exposição do Centenário. Nesse mesmo ano foi criado ali o Museu Histórico Nacional. Construído voltado para o mar, o acesso é fácil e vale a visita: é o mais importante museu de história do país, reunindo um acervo com cerca de 250 mil itens, entre obras de arte, objetos de época, documentos e livros. Com 9.000m², abriga exposições de longa duração e temporárias, além da biblioteca especializada em História do Brasil, História da Arte, Museologia e Moda. Sob a guarda do museu estão importantes documentos manuscritos, aquarelas, ilustrações e fotografias, entre as quais exemplares de Juan Gutierrez, Augusto Malta e Marc Ferrez. Destaque para o Museu das Carruagens, o Pátio dos Canhões e uma interessante coleção de numismática, com moedas de diversas épocas e civilizações. Essa visita é uma verdadeira aula de história e vale o rolé!

Tags: Passado Cultura Memória

Museu Histórico Nacional

A partir de sua inauguração em 1922, o Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro se propôs a contar a História do Brasil através da história dita oficial e valorizada a sua época. Mas museus são vivos e estão sempre em renovação, e nessa parceria Rolé e MHN propõem revisitar esse cervo com lentes atualizadas, que consideram outras narrativas e identidades tão importantes para a construção da nossa história. A narrativa tradicional da história que costumamos aprender não valoriza na mesma proporção as culturas e contribuições de mulheres, populações negras e indígenas da nossa história que para afirmarem suas existências precisaram resistir às opressões de homens brancos colonizadores transformados em heróis. Assim, é urgente atuar na revisão histórica desses equipamentos e seus acervos, questionando essas histórias de dominação e fortalecendo esses espaços como instrumentos de escuta, acolhimento e representatividade desses grupos que lutam a cada dia por direitos e para reverter a invisibilidade que lhes foi imposta ao longo do tempo. Nesse sentido, é muito importante estimular a abordagem decolonial, a qual tem por objetivo nos fazer refletir de maneira crítica sobre como os nossos modos de pensar e existir foram colonizados pelo padrão europeu que influencia até hoje nossas relações culturais, políticas, étnico-raciais, nosso vínculo com a natureza e a maneira como nos enxergamos. A abordagem decolonial nos convida a repensar e desconstruir o conjunto de valores, sistemas e tradições ocidentais considerados únicos e verdadeiros.

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Museu Militar Conde de Linhares

O museu narra a história da formação, consolidação e modernização do Exército Brasileiro e possui, em seu acervo, documentos da evolução dos armamentos, meios de transportes, equipamentos de comunicação, instrumentos de saúde e indumentária militar usados pelas tropas brasileiras nos campos de batalha.

Tags: MILITAR

Museu Nacional de Belas Artes

"Pelo conjunto abrangente, o Museu Nacional de Belas Artes é a principal pinacoteca de arte oitocentista brasileira. Em uma área de 17 mil metros quadrados, o visitante pode vislumbrar, como em poucos espaços culturais do país, a história das artes plásticas no Brasil. Sua coleção tem origem com três conjuntos de obras distintos: as pinturas trazidas por Joaquim Lebreton, chefe da Missão Artística Francesa, que chegou ao Rio de Janeiro em 1816; os trabalhos pertencentes ou aqui produzidos pelos membros da Missão, entre os quais se destacam Nicolas-Antoine Taunay, Jean-Batiste Debret, Grandjean de Montigny, Charles Pradier e os irmãos Ferrez; e as peças da Coleção D. João VI, deixadas por este no Brasil, ao retornar a Portugal, em 1821. Entre os destaques da coleção do museu estão as telas gigantes de "A primeira missa no Brasil", de Vitor Meireles, e "Batalha do Avaí", de Pedro Américo, principais exemplos da pintura histórica no Brasil. Além do impressionante acervo, repare também na arquitetura eclética do imponente edifício: foi projetado pelo arquiteto Adolfo Morales de los Ríos e teve como inspiração a mesma concepção do "Museu Palácio" e do Museu do Louvre. É um ícone do projeto de afrancesamento da então capital brasileira, ao lado dos prédios do Theatro Municipal e da Biblioteca Nacional, e também faz parte das reformas do início do século XX que mudaram a cara do Rio de Janeiro, à época capital federal. Não há dúvidas: esse é um rolé imperdível para os amantes das artes visuais!"

Tags: Arte Cultura Família

Paço Imperial

Poucos endereços no Rio são testemunhos de tantos acontecimentos históricos: fatos como o Dia do Fico, assinatura da Lei Áurea e a Proclamação da Independência do Brasil aconteceram nos seus arredores e dependências. O edifício foi construído em 1743, em frente ao antigo porto de chegada à cidade, para ser a residência do então governador e do vice-rei. Com a chegada da Corte Portuguesa, em 1808, o prédio assumiu nova importância e tornou-se o centro dos acontecimentos políticos, festas reais e cerimônias oficiais. Para atender aos membros da corte, foram anexados, por passadiços, os prédios do Convento do Carmo e da Cadeia Velha. Após a Proclamação da República, foi destituído de suas funções políticas e, em 1938, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Serviu como agência central dos Correios e Telégrafos até 1982 e, em 1985, depois de restaurado, tornou-se um centro cultural. O edifício é um dos mais representativos do período colonial e o que melhor documenta aspectos da arquitetura portuguesa e brasileira anteriores à Missão Artística Francesa. Por essa razão, entrar no edifício dá a sensação de uma viagem a outros tempos. Referências de um estilo colonial estão por toda a parte: nos largos batentes, nos pisos de pedra de lioz e na sequência de janelas avarandadas do segundo piso. Não deixe de conferir alguma das exposições do centro cultural. Há sempre alguma programação interessante voltada às artes visuais, à arquitetura e ao design. O Paço Imperial deve ser apreciado pelo menos do seu exterior. Mas a dica do Rolé é visitar esse edifício por dentro, observando sua arquitetura e sua importância na história do país e verificando as atividades oferecidas pelo centro cultural.

Tags: Passado Memória Turismo

Palácio do Catete

Antiga residência aristocrática de um português que enriqueceu com o comércio de pessoas escravizadas, o Palácio do Catete se tornou a sede da presidência da República e, portanto, local de decisões políticas de governos que afetaram diretamente as populações indígenas. Do Império à República, essas decisões foram orientadas por uma perspectiva integracionista, ou seja, o entendimento de que era necessário civilizar os povos indígenas (considerados "selvagens"), de acordo com os parâmetros europeus para que pudessem fazer parte da nação.

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Palácio Episcopal

O Palácio da Conceição, localizado no alto do morro da Conceição, vizinho à Fortaleza da Conceição, foi a antiga residência episcopal da cidade. O primeiro prelado que nele residiu foi o terceiro bispo do Rio de Janeiro, D. Francisco de São Jerônimo, em 1702. Posteriormente, abrigou a sede do Serviço Geográfico do Exército, e, atualmente, abriga o Museu Cartográfico, onde se encontram preservados alguns dos mais antigos mapas do país.

Tags: Religião Memória